22.4.10
"sneaky things, our perceptions"
---Putting on a lower gear doesn't make hills easier, it just makes them last longer.
---When riding a freshly cleaned and lubed bike, you'll encounter water on the road somewhere, somehow.
---Riding your rain bike guarantees that not a drop will fall.
---Clipping into pedals is as easy as breathing until you need to cross a busy road with traffic bearing down.
---When crossing a narrow bridge, there will always be a vehicle passing you no matter how empty the road otherwise is. (When that vehicle is an 18-wheeler, this is known as the Law of Semiconductors.)
---When glancing at a cyclecomputer it always takes longer than one second for the next second to tick over.
---Handlebars are always straight until you're actually riding.
---No matter how long a long ride is, it'll be 5 miles too long.
---If something can break, it will break at the worst possible time.
---It's always the worst possible time.
Autor: Scott's "Reality Check,"
20.4.10
19.4.10
É aqui que pedalo ... [Monsanto]
Na cidade confusa e nervosa, acordo antes da multidão e dou as minhas pedaladas ninguém imagina o sufoco de estar numa cidade fechada. Longe da natureza e dos belos campos coloridos do Alentejo. Este pequeno parque (Monsanto) é uma amostra de terreno para quem esta habituado a pedalar em direcção ao horizonte sem limites...
Manhã no Monsanto from Surfas on Vimeo.
6.4.10
Papa da noite
Encontrei este "post" de uma nutricionista, vale a pena ler.
"E... Hidratos de Carbono ao Jantar?
Resposta curta e grossa: NÃO!
O principal pensamento da população, "importado" dos E.U.A. (onde a dieta é conhecida como "low carb", ou de baixa quantidade de hidratos de carbono), é não consumir hidratos de carbono após às 18 hs., por que este macronutriente seria o responsável pelo aumento generalizado de peso e ganho de gordura corporal.
Primeiro, há que esclarecer que os hidratos de carbono são o maior grupo presente em nossa alimentação: arroz, batata, massa, couscous, milho, trigo, castanhas, lentilhas, grão, feijão e com a grande entrada de comida brasileira no nosso dia a dia mandioca, inhame entre outros e devendo ter em conta ainda todos os produtos e subprodutos preparados com esses alimentos. A recomendação pela FAO/OMS* é o consumo entre 50 à 60% das energias diárias, de 6 a 11 porções/dia. Só aí, se percebe como é importante a sua presença nas refeições.
O que acontece é que podemos engordar com consumo de hidratos de carbono a qualquer hora do dia. Isso depende de duas condições (como em qualquer alimento): quantidade e qualidade.
A quantidade refere-se à necessidade diária do indivíduo, calculada através dos hábitos de vida e alimentares, e porcionada entre as refeições do dia.
- Se a quantidade ficar abaixo, os sintomas são fraqueza, dor de cabeça, falta de concentação, irritação, desanimo, depressão... Isto acontece porque a glicose, o "produto" final dos hidratos de carbono, é a única fonte de energia que consegue alimentar o cérebro! Ou seja, podemos ter a quantidade de gordura que for, que será útil para os músculos, para os outros órgãos, para a actividade física... mas não para actividades cerebrais!
Já a qualidade trás outros benefícios, se os hidratos de carbono simples forem substituídos por HC complexos. Isso porque eles ainda possuem vitaminas, minerais e fibras, que auxiliam o metabolismo regular, no emagrecimento e na prevenção de doenças crónicas, como cancros e diabetes. Portanto, é simples a troca de pão branco por integral.
Nada de "ficar sem jantar", de abolir o pão ao pequeno-almoço, demonizar a massa dos domingos... Os diferentes tipos de carboidratos devem estar presentes durante todas as refeições do dia. É tudo uma questão de escolha e de moderação!
O blog Nutricionista Inês Gil Forte aqui
24.3.10
Google Maps
Já muitos deve ter utilizado para planear rotas ou encontrar novas estradas.
Pois recentemente o google pensou também nos ciclistas e já é possível planear percursos escolhendo a modalidade bicycling. Por agora está apenas disponível para o Norte da América.
10.3.10
Está sempre com fome? Saiba porquê!
Há dias em que temos a sensação de que poderíamos comer sem parar… Como interpretar esta sensação? Será fisiológica, ou, corresponderá a uma quebra do humor? Conheça como se processa o apetite e alguns conselhos para acalmar apetites vorazes.
A que se deve a sensação de fome?
De um ponto de vista fisiológico, a fome resulta, entre outros factores, de uma ligeira quebra na taxa de glicose (açúcar) no sangue, a que se dá o nome de hipoglicemia. Dito de uma forma simples, a fome funciona como um alerta do organismo de que a energia fornecida na refeição anterior já foi totalmente utilizada ou já deixou de estar disponível para utilização. A sensação de fome é normal quando surge num espaço de tempo razoável entre as refeições ou no seguimento de uma actividade física (passeio a pé, tarefas domésticas intensas ou desporto).
Se por outro lado, surgir um apetite voraz pouco tempo após uma refeição, significa que esta não foi suficiente em quantidade ou não foi equilibrada. Com efeito, os hidratos de carbono complexos (presentes em alimentos como pão, arroz, massa, batatas e leguminosas) e as proteínas animais (presentes na carne, peixe, ovos e lacticínios) ajudam a atrasar o reaparecimento do apetite, sendo este efeito reforçado se a refeição for rica em fibras.
Como distinguir a fome da vontade de comer ?
A vontade de comer, sem verdadeira necessidade nutricional, pode aparecer quando nos sentimos tristes, inactivos ou simplesmente cansados. É uma manifestação inconsciente do cérebro à procura de conforto. De facto, assim que começamos a mastigar um alimento, vários receptores situados na boca e no tubo digestivo registam as suas propriedades: sabor, textura, aroma, etc. Estas informações são transmitidas ao cérebro e, se forem agradáveis, provocam a libertação de neurotransmissores (a dopamina e a serotonina), conduzindo a uma sensação de grande bem-estar. Para combater a vontade de comer, que muitas vezes não é mais do que a procura inconsciente de bem-estar, tente encontrar outras fontes de prazer. A prática de actividade física seria uma boa opção, na medida em que também estimula a produção de substâncias que nos dão a sensação de bem-estar.
As estações do ano influenciam o nosso comportamento alimentar?
Logo que os dias arrefecem, damos por nós a sonhar com feijoadas e cozido à portuguesa, e torcemos o nariz às saladas. No entanto, contrariamente ao que se costuma pensar, as nossas necessidades energéticas não são muito maiores no Outono ou no Inverno. De facto, os dias pequenos, com menos tempo de sol, provocam um stress no nosso organismo que muitos de nós compensam através da alimentação.
Fazer lanches para evitar a tentação de petiscar frequentemente
Quando estamos stressados ou inactivos, sentimo-nos tentados a petiscar e debicar alimentos constantemente ao longo do dia. Este comportamento prejudica a linha e a saúde, na medida em que contribui para níveis de glicemia elevados e, para além disso, provoca uma produção exagerada de insulina - hormona associada ao processo de armazenamento de hidratos de carbono e gorduras. Se pelo contrário, optar por um lanche equilibrado e a horas certas, o organismo irá interpretá-lo como uma refeição ligeira e estará preparado para receber os alimentos, sem provocar repercussões negativas no peso. Para o lanche prefira alimentos com um índice glicémico baixo, por exemplo, pão integral ou bolachas secas. Complete com um produto lácteo, uma peça de fruta e uma bebida.
Truques para combater a sensação de fome
Às vezes a vontade de comer é tão grande que nada nos consegue impedir de fazer uma "razia" ao frigorífico. Nestes casos de fome injustificada, pode optar por beber uma água, chá, infusões ou sumos de fruta sem adição de açúcar. Se preferir comer, prepare frutos e legumes frescos: a preparação seguida da mastigação preencherão este desejo com um menor valor calórico.
De qualquer modo, não elimine totalmente os alimentos que realmente anseia (ex. chocolates, doces, enchidos, etc.), porque a frustração alimentar torna o apetite mais difícil de controlar. Reserve estes alimentos para situações especiais e consuma-os de preferência durante a refeição."
Texto original em gimnocedro
6.3.10
Magazine Portugal BTT na RTP até 2012
Notícia do jornalciclismo
